Notícia no detalhe
Profissionais celebram Dia do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional no HFM
Em uma unidade de emergência e trauma como o Ferreira Machado, a fisioterapia atua diariamente para devolver autonomia, qualidade de vida e esperança
Com dedicação e sensibilidade, os profissionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Hospital Ferreira Machado (HFM) celebraram, nesse 13 de outubro, o Dia Nacional dessas duas categorias, lembrando a importância de suas atuações na recuperação e reabilitação de pacientes.
No HFM, o trabalho da equipe é fundamental para a reabilitação física e respiratória de pacientes em diferentes estágios de recuperação, desde os casos mais simples até os de alta complexidade. Em uma unidade de emergência e trauma como o Ferreira Machado, a fisioterapia atua diariamente para devolver autonomia, qualidade de vida e esperança.
Com 36 anos de profissão, sendo duas décadas dedicadas ao hospital, o fisioterapeuta Rubem Antônio de Moura recorda os desafios e conquistas da categoria. “Nosso maior desafio sempre foi mostrar a importância do nosso trabalho dentro da equipe multiprofissional. Durante a pandemia, especialmente na área respiratória, a fisioterapia ganhou visibilidade. Conseguimos fazer com que pacientes voltassem a se movimentar, a respirar e a retomar suas atividades diárias. A reabilitação é o caminho que os reintegra à vida em sociedade, e ver esse processo é extremamente gratificante”, afirmou.
A chefe do setor de Fisioterapia do HFM, Ettes Martins, destacou o envolvimento emocional e humano que marca a profissão. “Ser fisioterapeuta vai além de entender músculos e articulações. É compreender que o corpo fala e que o toque pode ser uma forma de cura. Cada movimento representa uma história de dor, mas também de superação. Nosso papel é oferecer confiança e segurança para que o paciente reencontre sua autonomia e acredite novamente em si mesmo”, disse.
O trabalho da equipe é reconhecido também pelos pacientes. Rafael Machado, internado há 32 dias após sofrer uma queda e ter um grave hematoma craniano, se emocionou ao falar sobre o cuidado recebido durante o processo de reabilitação.
“Quando as pessoas trabalham por amor, a gente sente a diferença. As fisioterapeutas, junto com toda a equipe do CTI, me devolveram a vida. Fiquei muito agitado, dei trabalho, mas elas tiveram paciência, carinho e me ajudaram a voltar a respirar, a me sentar e a sorrir. Hoje estou de alta e sigo grato por tudo”, contou.
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