Notícia no detalhe
Saúde vai ampliar assistência à população
Gestores da Saúde de Campos se reuniram na tarde desta terça-feira (3), para anunciar ações para ampliação e melhoria da assistência à população. A reunião aconteceu no Hospital Geral de Guarus (HGG), com a participação do secretário de Saúde, Geraldo Venâncio; o presidente da Fundação Municipal de Saúde, Sebastião Campista; e os diretores do HGG, José Manuel Moreira, e do Hospital Ferreira Machado (HFM), Ricardo Madeira.
Entre as ações, foram destacadas a implantação de Câmaras Técnicas Temáticas da Saúde, a criação do Serviço de Verificação de Óbitos e do Serviço de Telemedicina, com uma central prevista para o HFM; reestruturação e ampliação das unidades pré-hospitalares de Ururaí e Travessão; entrega de mais oito leitos de CTI no HGG; e estudos para a agilização dos distritos sanitários, que estão previstos no programa de governo da Prefeita Rosinha Garotinho.
- Serão seis ou oito câmaras técnicas, para áreas como Saúde da Mulher, Doença Cérebro-Vascular Aguda, Saúde Preventiva, Ensino Superior e Sistema de Saúde Pública, entre outras. Os pareceres destas câmaras, inclusive com propostas, serão submetidos à apreciação do Conselho Municipal de Saúde. O objetivo é buscar soluções e aperfeiçoar a assistência na área-tema de cada câmara- disse Geraldo Venâncio, acrescentando que as câmaras terão caráter consultivo e serão formadas por pessoas da sociedade civil.
O secretário anunciou a criação, dentro dos próximos seis meses, do Serviço de Verificação de Óbitos, no Hospital Escola Álvaro Alvim, para atender Campos e a Região Norte Fluminense. “Já há uma pré-autorização para o SVO no Álvaro Alvim, com financiamento de aproximadamente R$ 250 mil em recursos federais, estaduais e municipais, liberados via Fundo Municipal de Saúde.
- É uma ferramenta para verificar óbitos de causas desconhecidas, de natureza clínica, pois os óbitos por causas violentas já são da atribuição do Instituto Médico Legal (IML). É um serviço importante tanto do ponto de vista epidemiológico como legal. Por exemplo, se uma pessoa morre em casa e não há como especificar a morte, ocorre um constrangimento do familiar quando vai registrar esse óbito, tendo de levar testemunhas. Já do ponto de vista da ciência, essa verificação nos permite obter indicadores de doenças, para desencadear ações de prevenção e protocolos de atendimento - informa o secretário de Saúde.
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