Notícia no detalhe
Ato público reúne estudantes e educadores de Campos
Por: Vanessa Nascimento (estagiária) -
Foto: Luciana Fonseca - 15/03/2013 - 19:24:00
O ato público em defesa dos royalties do petróleo reuniu milhares de pessoas no final da tarde desta sexta-feira (15), com concentração na Câmara Municipal de Vereadores de Campos. Alunos e educadores participaram da mobilização "Em Defesa dos Royalties e da Constituição", realizado em repúdio à decisão do Congresso Nacional de aprovar a Lei dos Royalties, que muda a distribuição dos recursos. A secretária Municipal de Educação, Joilza Rangel Abreu, seguiu em passeata com os funcionários da secretaria, juntos para a Praça São Salvador, no Centro.
O dia que ficará na história do município, visa manter o que prevê a Constituição, que garante os royalties aos municípios produtores de petróleo. Para a secretária, essa união é importante para manter o que a prefeitura vem fazendo na área da Educação, “como a garantia a milhares de estudantes a ingressaram em uma universidade com a bolsa universitária, a qualidade das escolas e creches modelos, além das 168 unidades escolares que foram reformadas nesses últimos quatro anos de governo". A Prefeitura já construiu 12 novos prédios, sendo oito creches e quatro escolas, segundo as secretária.
Durante o ato público, a presidente do Sindicato das Escolas Privadas, Rosana Juncá, declarou seu apoio na defesa dos royalties. “Estamos nessa luta a favor de uma Campos melhor e em tudo que está havendo aqui na cidade, como na área da Saúde e da Educação”, disse. Para a universitária de Arquitetura do Centro Universitário Fluminense (Fafic), Nicole Gomes, 18 anos, “a ausência dos royalties irá prejudicar a todos, pois muitos alunos estudam com bolsas e nós precisamos pagar a faculdade, sem royalties, podemos perder nosso emprego também”, declarou.
Durante o ato público, a presidente do Sindicato das Escolas Privadas, Rosana Juncá, declarou seu apoio na defesa dos royalties. “Estamos nessa luta a favor de uma Campos melhor e em tudo que está havendo aqui na cidade, como na área da Saúde e da Educação”, disse. Para a universitária de Arquitetura do Centro Universitário Fluminense (Fafic), Nicole Gomes, 18 anos, “a ausência dos royalties irá prejudicar a todos, pois muitos alunos estudam com bolsas e nós precisamos pagar a faculdade, sem royalties, podemos perder nosso emprego também”, declarou.
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