Notícia no detalhe
Curso Livre de Teatro revela novos talentos
A Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima continua fomentando as manifestações culturais em várias vertentes. Exemplo disso é o Curso Livre de Teatro, que atualmente conta com cerca de 50 alunos. Os cursos são ministrados à noite, no Palácio da Cultura. Os alunos já passaram pela teoria, agora estão tendo a oportunidade de estar encena.
Segundo a professora Neuzinha da Hora, a proposta é passar os códigos utilizados no teatro, através da prática, como os textos, a criação de personagens, as técnicas de linguagem, postura, entre outros. “Estamos preparando um belo espetáculo para o final do ano, onde os alunos terão a oportunidade de revelar seus talentos”, informa.
Esta semana, os alunos estão encenando a técnica “Tipos esquisitos”, que desenvolve a imaginação dos artistas e a criatividade, através de personagens clássicos, como a beata, o ladrão, o machão, entre outros.
A estudante Clara Abreu, de 15 anos participa do curso desde o início do ano e está satisfeita com a experiência. “Sempre me interessei pelo teatro, assistia às atrizes na televisão e sentia vontade de atuar. Hoje estou tendo a oportunidade de estar no palco aprendendo. Quero me aperfeiçoar para me tornar uma grande artista”, relatou Clara.
Segundo a coordenadora do curso, Maria Helena Gomes, com a arte é possível compreender o mundo em qualquer época, em qualquer cultura, até mesmo sob condições adversas. “O ato da criação, o exercício artístico é inerente ao homem. A arte não é apenas um fenômeno estético, mas está incrustada na realidade humana e social, dentro de uma rede complexa de relações. Ser criativo não é garantia de ser criador”, argumenta Maria Helena.
- O Curso Livre de Teatro tem o compromisso de incentivar e estimular o conhecimento, fomentar a cultura e exercitar a prática teatral, incentivando a descoberta de novos talentos e a formação de novas platéias – destaca a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro.
Este ano, os alunos do Curso Livre de Teatro, através da peça “A cantora Careca”, que marcou a trajetória de EugèneIonesco como um dos principais dramaturgos do Teatro do Absurdo, participaram do Festival Nacional de Congonhas no mês de Junho. A peça recebeu indicações nas categorias melhor cenário, iluminação, atriz coadjuvante, ator e melhor direção. O curso faz parte da política cultural implementada pela Prefeitura de Campos.
Já foram apresentadas as peças Tribobó City, de Maria Clara Machado; Histórias, Panos e Lendas, de Wladimir Capela; Ser ou não ser Shakespeare; Fragmentos; Uma história de Natal, de Charles Dickens; Bailei na Curva; Os sete gatinhos; Jogos de Massagre, Nem Patinho, Nem feio; Os saltimbancos e O boi e o burro no caminho de Belém.
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