Notícia no detalhe
CCZ orienta sobre manuseio de caramujos africanos
O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) continua orientando a população quanto aos cuidados no manuseio de caramujos africanos encontrados livres no ambiente. O órgão faz a aplicação de veneno para os moluscos, mediante solicitação da população. No entanto, a manutenção das casas limpas e sem locais propícios para a reprodução dos caramujos deve ser feita pelos moradores, como informa o diretor do CCZ, Cesar Salles.
O diretor esclarece que no Brasil não há registro de nenhum caso de doença provocada por caramujo africano, com base em estudos da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz). Mesmo assim, é preciso todo o cuidado ao manuseá-lo.
- Esses moluscos não devem ser ingeridos. Dentro de casa, os moradores podem fazer a catação manual, com as mãos protegidas com luvas ou sacos plásticos. Este procedimento pode ser realizado nas primeiras horas da manhã ou à noitinha, horários em que os caramujos estão mais ativos e é possível coletar maior quantidade. O sal não é recomendado, porque seu uso em excesso prejudica o solo e o plantio – explicou Cesar Salles.
O diretor do CCZ acrescenta que após a catação, os moluscos devem ser esmagados, cobertos com cal virgem e enterrados. Outras opções são jogar água fervente num recipiente para matar os caramujos recolhidos ou incinerar, desde que estes procedimentos sejam realizados com segurança.
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