Notícia no detalhe
Vida nova e sem riscos no Morar Feliz de Ponta Grossa
Maria Jerônimo Tavares, 27 anos, e Clarissa Jerônimo de Souza, 22, são primas. Além do parentesco, em comum as duas têm, segundo afirmam, um sentimento e uma realização: felicidade e a conquista da casa própria. As primas são vizinhas e completarão nos próximos dias 24 e 25, respectivamente, três meses de residência no Morar Feliz de Ponta Grossa dos Fidalgos. Antes, elas moravam em casas emprestadas, em fazendas onde os maridos ainda trabalham, cuidando do gado, tirando leite, fazendo consertos em geral, limpeza de pastos e outros serviços.
O condomínio de 84 casas foi construído na segunda fase do programa habitacional da Prefeitura de Campos – o maior programa habitacional desenvolvido por um governo municipal em todo o país – e entregue pela prefeita Rosinha Garotinho no dia 3 de novembro do ano passado, na semana seguinte ao término da transferência de famílias socialmente vulneráveis, sem acesso a crédito imobiliário, que aguardavam no Aluguel Social ou residiam em casas com condições mínimas de habitabilidade.
Maria é casada com Tiago, 27 anos, e tem dois filhos: Pedro Henrique, 9 anos, e Otávio, de 5. Ela disse que onde morava, as condições do imóvel eram precárias e chovia dentro da casa. Pela estrada, de terra vermelha, não dava para passar em época de chuvas e, para levar os filhos para a escola, em Ponta Grossa, ia de bicicleta por cerca de 10 quilômetros, por mais de uma hora.
- Quando soube do programa, fiz meu cadastro no Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e as assistentes sociais foram na casa e viram as condições, mas eu não achava que um governo fosse lembrar mesmo da gente. Quando começaram as mudanças, eu não esperava, e vim logo no primeiro dia para o condomínio. Foi um sonho realizado. Tudo é muito bom, a casa é excelente – contou Maria.
Clarissa, casada há 3 anos com Egildo, 37, é mãe de Mickaelle, de um ano e oito meses. Da janela, mãe e filha observam o movimento e Clarissa sorri quando fala de sua nova residência.
- A gente não tinha como pagar o aluguel e morava em uma casa emprestada, de chão batido, que estava cheia de goteiras e cupim. O banheiro não tinha chuveiro, não tinha água encanada, mas não havia outra e a gente não podia escolher. Para falar a verdade, eu não acreditava no programa da prefeitura, mas tinha esperança de ter a minha própria casa. Hoje, tenho uma casa maravilhosa, a diferença é imensa, minha filha tem um quarto e minha família está muito feliz - afirmou a jovem.
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