Notícia no detalhe
Encantamento e dança na palestra de Ana Botafogo
Com um magnetismo raro de ser encontrado, a bailarina Ana Botafogo falou para um público diversificado na Arena Cultural da 6ª Bienal do Livro, que acontece na Praça São Salvador. Ela contou um pouco sobre como começou dançar, ainda menina, até alcançar o posto de primeira bailarina no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A trajetória da bailarina, que se mostrou com qualidades de uma boa contadora de histórias, foi acompanhada por pessoas de todas as idades mas, sobretudo, por alunas de ballet das muitas escolas de dança em Campos.
Aliás, histórias é que não faltam para a bailarina que começou a carreira profissional aos 18 anos. Ela contou que a principal motivação para que continue a dançar é a paixão pela dança e a capacidade de poder emocionar o público através do movimento “contando uma história com o corpo”, explicou.
Para ela, houve uma mudança na dança começando na década de 60, especialmente, no preparo físico do bailarino e no aprimoramento técnico, o que atualmente pode comprometer outros aspectos da arte de encantar com movimentos. Segundo Ana, os mais jovens estão se prendendo muito a técnica e esquecendo das emoções. “O ballet não é um esporte. É preciso transmitir emoção, os sentimentos. Dançar é uma arte”, disse.
Antes de ir para a Arena, a bailarina conversou com o presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Avelino Ferreira, dizendo que estava encantada com a bienal campista, devido à estrutura apresentada. “Estou feliz pela dança ter sido lembrada nesta festa”, afirmou.
Monumento - No caminho da sala vip para o encontro com público, Ana Botafogo teve que autografar livros, posar para fotos, parando para olhar o monumento ao expedicionário, recebendo as explicações do presidente da FCJOL, sobre a estátua, o que ela representa e sobre a praça em que a estrutura da bienal está montada.
Ainda na sala vip, três jovens bailarinas conseguiram driblar a segurança para poder estar com Ana, com um pouco mais de privacidade. Taiane Melo, de 12 anos, e Tais Inmeloni, de 14, levaram as sapatilhas para a bailarina autografar. Já Maria Cecília Riscado, 15 anos, não resistiu a emoção de poder estar perto da artista que acabou esquecendo a sapatilha.
Porém, o fato de estar próximo a Ana já foi o suficiente. Quem explica a emoção é Tais, que há seis anos estuda ballet. “Ela é o grande símbolo da arte da dança no Brasil”. Nas mãos, a jovem bailarina segurava o primeiro par de sapatilhas que usou e que Ana, carinhosamente, autografou, como para fã nada é suficiente, Taís ainda posou ao lado da artista.
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