Com o objetivo de dar prosseguimento às visitas institucionais pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, o secretário da pasta, Marcelo Mérida, e o subsecretário de Desenvolvimento, Concessões e Parcerias Público Privadas (PPPs), Felipe Knust, se reuniram com o presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) Philipe Campelo Costa Brondi da Silva e com o Gestor do Parque Estadual da Pedra Selada, Gabriel Landim, nesta terça-feira (21).
Desde o início do ano, a atual gestão da secretaria vem se reunindo com órgãos de diferentes esferas visando troca de informações e parcerias futuras. “Não é possível pensarmos em desenvolvimento sem um alinhamento com as questões ambientais. Para nós, é fundamental mantermos um contato com todos os setores”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Mérida.
“Campos vem buscando desburocratizar o sistema para abertura de novas empresas. Uma informação importante que conseguimos com o Inea é que foi publicada, este ano, uma resolução que institui inexigibilidade de licenciamento ambiental para empreendimentos e atividades categorizadas de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), que são cerca de 600”, explica o secretário, destacando que a mesma visão de desburocratização e desenvolvimento sustentável está tendo o próprio governo do estado.
Em 2021, o município de Campos está vivendo um novo momento de recuperação econômica com a retomada da geração de empregos, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged); o destaque na abertura de novas empresas, estando em primeiro lugar no ranking no Norte e Noroeste Fluminense e 8º entre os 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro, de acordo com a Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) e, mais recentemente, o crescimento de Microempreendedores (MEIs) no município.
“Setembro não terminou e já superamos o mês de agosto com 4.298 novos inscritos este ano. Com esse crescimento, estamos à frente de municípios como Macaé. Isso é um sinal de que mais pessoas estão buscando a formalização. Além de contribuir para movimentar a economia, também, garantem seus direitos trabalhistas”, explica Knust.