Notícia no detalhe
Ong Fio de Esperança ajuda a encontrar crianças desaparecidas
A Ong Fio de Esperança vem lutando, desde que foi fundada em Campos há quatro anos, para encontrar crianças desaparecidas. A Fio de Esperança, presidida pela professora de capoeira, Tânia Maria Azevedo, tem desenvolvido um trabalho de divulgação de crianças desaparecidas, percorrendo bairros e comércios da região. Até o momento, cinco crianças foram encontradas, como no caso do garoto Serginho, de 10 anos, de União dos Palmares (AL), que foi encontrado em Campos e foi devolvido à família com apoio da Fundação da Infância e Juventude, que por meio do Projeto Lara cuidou do menino enquanto ele estava desaparecido.
A presidente da Ong Fio de Esperança, Tânia Maria Azevedo, informa que recebeu uma denúncia de que uma adolescente de 17 anos, que está desaparecida há três anos, foi vista várias vezes entrando em uma casa em um distrito de Campos. Tânia Maria já entrou em contato com a Fundação Para a Infância e a Adolescência (FIA), no Rio de Janeiro. Ela disse ainda que está aguardando os profissionais da entidade virem a Campos para tomarem as devidas providências.
Tânia Maria explica que o reconhecimento é feito por meio de fotos divulgadas em panfletos e cartazes distribuídos em vários locais. O trabalho de divulgação é desenvolvido em conjunto com o Projeto Helaís, do Rio de Janeiro. Eles percorrem vários municípios, como Campos, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra. A presidente da Ong destaca a necessidade da consolidação do Cadastro Nacional das Crianças Desaparecidas, que teve Lei aprovada em março de 2009 na Câmara de Deputados. Ela ressalta também que não existe prazo para que os pais ou responsáveis comuniquem o desaparecimento de seus filhos, o que pode ser feito imediatamente.
- Nossa meta é encontrar o máximo de crianças. Elas estão mais perto do que nós imaginamos. Além do desaparecimento de crianças e adolescentes, tem a questão da prostituição infantil, do trabalho escravo e das drogas. Tem muitas crianças vendendo doces nas ruas e meninas de 13 a 16 anos que falam que vão estudar e estão se prostituindo. As pessoas têm que perder o medo de denunciar. Sabemos que quem denuncia sofre represálias, mas isso precisa ser divulgado. Se for buscar, descobrimos muitas coisas – revelou Tânia Maria.
Todo segundo sábado do mês, a Ong Fio de Esperança realiza uma Roda de Capoeira, a partir das 10h, na Praça São Salvador. O telefone para denunciar crianças desaparecidas ou casos de prostituição e trabalho escravo é o (22) 9923-0832 ou o Disque 100.
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