Notícia no detalhe
Secretaria de Agricultura faz parcerias para otimizar pecuária
A Secretaria Municipal de Agricultura desenvolve ações voltadas para otimizar a atividade de pecuária em todo interior do município. Neste sentido, várias parcerias estão sendo incrementadas, a exemplo das firmadas com a Confederação de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro (FAERJ), Sebrae/Rio, e Senar/Rio, que vai incrementar a produtividade em todas as bacias leiteiras do município, com aplicação de novas tecnologias, novas formas de manejo do rebanho e alimentação de maior poder nutritivo, com baixo custo. O secretário de Agricultura e Pesca, Eduardo Crespo, e o coodenador do Senar/RJ, Maurício Sales, e técnicos da Faerj e do Sebrae, estiveram reunidos com produtores de leite dos quatro cantos do município, essa semana, na localidade de Eslebão, no distrito de Dores de Macabu, uma das oito "Sala de Aula Prática". Um exemplo prático do programa é o aumento da produtividade: 180 litros de leite em 11% da área de uma propriedade de 1,5 hectare.
Após uma ampla explanação sobre o projeto, que é integrado ao Programa Nacional denominado "Balde Cheio", implementado pela Embrapa, os técnicos, com a participação dos dirigentes de associações de produtores rurais, selecionaram oito pequenas propriedades em diferentes regiões para funcionarem como unidades de Sala de Aula Prática para aprendizagem das novas técnicas que asseguram elevar a produção de leite.
Salto de 6Kg de leite para 18 Kg com mesmo animal
No encontro dos técnicos com os produtores o secretário Eduardo Crespo ressaltou o exemplo do produtor anfitrião, Manoel Fernandes, o Neco. Ele aplica as técnicas do programa na sua propriedade de apenas 1,5 hectare, que permite criar até 20 vacas leiteiras por hectare, numa média de 80 cabeças por alqueire. "No caso de outro pequeno produtor, saltou da produtividade de 6 Kg de leite por vaca para até 18 Kg de leite/vaca, sendo os mesmos animais.
Eduardo Crespo destaca que o programa apresenta muitas vantagens, como o desenvolvimento sustentável da atividade leiteira, permitindo a permanência do produtor e de sua família no meio rural com dignidade e qualidade de vida; redução do êxodo rural e, até mesmo, a inversão, com retorno ao campo de familiares que foram para núcleos urbanos em busca da sobrevivência e que voltam com as oportunidades de emprego e melhor renda. Ele destaca ainda a implantação do sistema de gerenciamento nas propriedades participantes, dentre outras vantagens para a comunidade rural.
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